quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

.'. Muitos dos melhores em Portugal são maçons .'.

"Muitos dos melhores em Portugal são maçons"
por Lusa18 Fevereiro 2012

"Muitos dos melhores em Portugal são maçons"
Fotografia © Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens


Fernando Lima, o grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, afirmou na sexta-feira que ainda há um grande preconceito em Portugal em relação à maçonaria, mas lembrou que "muitos dos melhores no país foram ou são maçons".

"Há uma recusa em entender, dizer ou aceitar que muitos dos melhores em Portugal foram ou são maçons e que as maçãs podres são a exceção", referiu Fernando Lima.
Deu como exemplo o Serviço Nacional de Saúde e "as principais leis" do país, que foram criados por maçons, "mas estes, como são muito humildes, não andam com bandeiras a apregoar o que fizeram".
Reconheceu que a maçonaria ainda é olhada "como algo pateticamente obsoleto e promotor de conspiração ou interesses inconfessáveis", mas sublinhou que é "a mais antiga instituição democrática do mundo".
Garantiu ainda que "é proibido fazer política dentro da maçonaria" e que ele próprio não tem qualquer filiação partidária.
"A maçonaria não é um partido, um clube ou uma associação cultural, mas sim uma associação filantrópica e filosófica", afirmou.

in Diário de Notícias

.'. Debate sobre a Maçonaria arranca em Famalicão .'.

Debate sobre a Maçonaria arranca em Famalicãosegunda-feira, 20 Fevereiro 2012
“A Maçonaria não é um partido, um clube ou uma associação cultural, mas sim uma associação filantrópica e filosófica”. Foi com estas palavras simples mas esclarecedoras que o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Fernando Lima, iniciou a primeira de um ciclo de conferências que vão decorrer no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, sob o tema “Maçonaria em Portugal: do século XVIII ao século XXI”.
E começou da melhor maneira, esta iniciativa promovida pela autarquia famalicense com a sala do Museu lotada por mais de uma centena de pessoas.
Perante o olhar atento da assistência, Fernando Lima começou por explicar que apesar de existir ainda um grande preconceito em Portugal em relação à Maçonaria, “muitos dos melhores profissionais do país foram ou são maçons” e que “as maças podres são uma exceção”. Deu como exemplo o Serviço Nacional de Saúde e "as principais leis" do país, que foram criados por maçons, "mas estes, como são muito humildes, não andam com bandeiras a apregoar o que fizeram".

Reconheceu que a maçonaria ainda é olhada "como algo pateticamente obsoleto e promotor de conspiração ou interesses inconfessáveis", mas sublinhou que é "a mais antiga instituição democrática do mundo".
Garantiu ainda que "é proibido fazer política dentro da maçonaria" e que ele próprio não tem qualquer filiação partidária.
O conferencista que foi convidado a debater o tema “A Maçonaria: instituição de saber ou de poder?”, frisou que “acima de tudo, a Maçonaria pretende combater a ignorância, na difusão dos valores humanos”.
A iniciativa contou ainda com as presenças do vice-presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e do coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha.
Paulo Cunha explicou a pertinência do tema da Maçonaria, no âmbito das iniciativas promovidas pelo Museu Bernardino Machado. O responsável realçou o legado do pensamento de Bernardino Machado, especificando o caso concreto da pedagogia e de vanguarda. “O Museu é um espaço aberto e crítico, que está ao serviço de todos nós”, afirmou.

Por seu turno, Norberto Cunha destacou a importância de mais este ciclo de debates, referindo que “o que está em causa é a divulgação das ideias e da cultura”. Norberto Cunha aproveitou ainda a oportunidade para anunciar a apresentação do II Tomo da Obra Política de Bernardino Machado, focando o respectivo Museu como sendo o lugar natural por excelência para a presença de Fernando Lima, lembrando que Bernardino Machado foi Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano entre 1895 a 1899.

in Famanet, Famalicão na Internet

sábado, 14 de janeiro de 2012

.'. CAPITULO ROSACRUZ DO PORTO .'.

O Capítulo Rosacruz do Porto convida membros e não membros para as atividades:

DIA 14 DE JANEIRO

15H00   Fórum livre aberto a não-membros.
             Projecção de imagens - Escola de Mistérios do Antigo Egipto

16H30   Meditação

DIA 21 DE JANEIRO

11H30   Curso de Cabala

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

.'. LISBOA DESCOBRE ARTE MAÇÓNICA .'.

Fonte do artigo, Correio da Manhã

.'. GRANDE ENTREVISTA .'.

Neste Episódio: rtp1 - 12-01-2012 | 21:00 | Episódio 2 de 46
Afinal qual é o papel da Maçonaria na sociedade Portuguesa?
De que forma influencia o poder?Antonio Arnaut e António Reis, tiveram o título de grão-mestre...
São duas autoridades, são dois homens sem medo das palavras.
Todas as perguntas e todas as respostas com Sandra Sousa, na Grande Entrevista

RTP - GRANDE ENTREVISTA

RTP - GRANDE ENTREVISTA

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

.'. EVANGELISTAS DO NOVO DIA .'.


.'. O QUE É A MAÇONARIA? .'.

.'. O QUE É A MAÇONARIA? .'.
.'.Não possui a Maçonaria leis gerais nem livro santo que a definam ou obriguem todo o maçon através do Mundo; nao sendo uma religiao, nao tem dogmas:. Em cada país e ao longo dos séculos, estatutos numerosos se promulgaram e fizeram fé para comunidades diferentes no tempo e nos costumes:. Mas isso não obsta a que a Maçonaria possua certo número de princípios básicos, aceites por todos os irmaos em todas as partes do globo:. É essa aceitaçao, aliás, que torna possível a fraternidade universal dos maçons e a sua condiçao de grande família no seio da Humanidade, sem que, no entanto, exista uma potencia maçónica à escala mundial nem um Grao-Mestre, tipo Papa, que centralize o pensamento e a acçao da Ordem:.
.'. CONSTRUÇÃO .'.
Vejamos o seu nome Maçonaria vem provavelmente do frances "Maçonnerie", que significa uma construçao qualquer, feita por um pedreiro, o "maçon":. A Maçonaria terá assim, como objectivo essencial, a edificaçao de qualquer coisa:. O maçon, o pedreiro-livre em vernáculo portugues, será portanto o construtor, o que trabalha para erguer um edifício:.
.'. JUSTIÇA SOCIAL .'.
A Maçonaria admite, portanto, que o homem e a sociedade são susceptíveis de melhoria, sao passíveis de perfeiçoamento:. Por outras palavras, aceita e promove a transformaçao do ser humano e das sociedades em que vive:. Mas, para além da solidariedade e da justiça, nao
define os meios rigorosos por que essa transformaçao se há-de fazer nem os modelos exactos em que ela possa desembocar:. Nada há, por exemplo, no seio da Maçonaria, que faça rejeitar uma sociedade de tipo socialista ou de tipo liberal:. O que lhe importa é um homem melhor dentro de uma sociedade melhor:.
.'. ACLASSISMO .'.
Dos ideais de justiça e solidariedade humanas, levados até às últimas consequencias, resulta naturalmente o ser a Maçonaria uma instituição aclassista e anticlassista, englobando representantes de todos os grupos sociais que, como maçons, devem tentar esquecer a sua integraçao de classe e comportar-se como iguais:. "A Maçonaria honra igualmente o trabalho intelectual e o trabalho manual", rezava o artigo 6s da Constituiçao de 1926:. E, nos requisitos para se ser maçon, exige-se apenas, para além de diversas condiçoes morais e intelectuais que mais adiante serao mencionadas, o exercer-se uma profissao honesta que assegure meios de subsistencia:. É verdade que a exigência de se possuir a instruçao necessária para compreender os fins da Ordem exclui, desde logo, os analfabetos e grande parte das massas populares (em Portugal, entenda-se):.
E é verdade também que a maioria dos maçons proveio e continua a provir dos grupos burgueses:. Mas isso deve-se apenas às condiçoes históricas em que todas as sociedades tem vivido nos últimos 200 anos:. R medida que as classes trabalhadoras vao atingindo mais elevado nível social e cultural, assim o número de maçons delas oriundo tende a aumentar paralelamente:. Em Maçonarias de países como a Gra-Bretanha, a França ou a Holanda, o carácter aclassista da Ordem Maçónica nota-se com muito maior intensidade do que em Portugal ou na Espanha:.
.'. APERFEIÇOAMENTO INTELECTUAL .'.
O aperfeiçoamento do homem e da sociedade nao se poe apenas, para o maçon, em termos de melhoria económico-social:. Poe-se também, e sobretudo, em termos de melhoria intelectual, da afinamento das faculdades de pensar e de enriquecimento adquiridos:. Livre pensamento, para começar:. "A Maçonaria é livre-pensadora", dizia o artigo 3s da Constituiçao de 1926:. Mas livre pensamento nao coincide necessariamente com ateísmo:. Já um texto famoso e respeitado dos primórdios da instituiçao, as Constituiçoes de Anderson, de 1723, dizia que o maçon que entendesse bem de "Arte", "nunca será um ateu estúpido ou um libertino irreligioso:. Mas embora - continuava o texto - nos tempos antigos os maçons fossem obrigados, em cada país, a ser da religiao, fosse ela qual fosse, desse país ou dessa naçao, considera-se agora como mais a propósito obrigá-los apenas rquela religiao na qual todos os homens estao de acordo, deixando a cada um as suas convicçoes próprias(...)":. Hoje, talvez a maioria dos maçons professe um deísmo ou teísmo de conceitos vagos e alegóricos, embora nao faltem ateus nem crentes de variadas religioes, desde o cristao ao muçulmano:. O que todos rejeitam sao dogmatismos e exclusivismos confessionais:.
.'.FRATERNIDADE .'.
Levados às últimas consequências, os princípios atrás mencionados teriam de implicar uma fraternidade de tipo universal. Este é nao só um principio teórico, mas uma norma de prática quotidiana:. "A Maçonaria é uma instituiçao universal (...):. Todos os maçons constituem uma e a mesma família e dao-se o tratamento de irmaos, sendo iguais perante a lei", dizia o artigo 7º da Constituiçao de 1926:. " A Maçonaria estende a todos os homens os laços fraternais que unem os maçons sobre a superfície do globo" (artigo 5º do mesmo texto):. Através do ritual, que inclui vocabulário próprio e sinais de reconhecimento específicos, um maçon portugues pode contactar com um maçon japones e receber dele ou transmitir-lhe ajuda e apoio de qualquer género:. De facto, um dos deveres importantes do maçon, inserto nas Constituiçoes do mundo inteiro, consiste em reconhecer como irmaos todos os maçons, tratá-los como tais e prestar-lhes auxílio e protecçao, a suas viúvas e filhos menores:. A história da Maçonaria está cheia de casos que provam o geral cumprimento deste dever:.
.'. DEMOCRACIA, IGUALDADE .'.
Democracia e igualdade encontram-se também entre os princípios básicos da instituição maçónica. Todo o poder reside no povo, como o atestava o artigo 18s da Constituiçao de 1926, ao dizer que "A Ordem Maçónica em Portugal só reconhece a soberania do povo maçónico":. Todos os maçons sao iguais, independentemente do grau a que pertençam:. "Durante as sessoes maçónicas - rezava o artigo 17º, § único - todos os obreiros, qualquer que seja o seu grau ou o seu rito, estão sujeitos à mais perfeita igualdade, prevalecendo a opiniao da maioria, quando nao seja contrária às leis e regulamentos":. Por sua vez, as células de organizaçao e de trabalho da Ordem, as chamadas Oficinas, "sao todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si" (artigo 12s da Constituiçao) :. Nas Maçonarias de todo o mundo, o Grao-Mestre e os Grao-Mestres adjuntos sao eleitos pela totalidade do povo maçónico, variando apenas a forma dessa eleiçao:. Em muitos países, qualquer maçon, aliás, desde que tenha atingido a condiçao de Mestre (ou seja, maçon perfeito) pode, em teoria, ser eleito Grao-Mestre:. Outro tanto se verifica nas eleiçoes para os múltiplos cargos de cada oficina:.
.'. OFICINAS [Lojas] .'.
Cada Maçonaria nacional está estruturada em células autónomas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si", designadas por oficinas:. Existem dois tipos de oficinas, chamados lojas e triângulos:. A loja é composta por um mínimo de sete maçons perfeitos, nao conhecendo limite máximo de membros:. O triângulo é composto por tres maçons perfeitos, pelo menos, e por seis, no máximo, passando a loja quando um sétimo membro se lhe vem agregar:.Uma loja completa possui dez funcionários, que são:
> Venerável ou Presidente, que preside aos trabalhos e os orienta:.
>Primeiro Vigilante, que dirige os trabalhos dos companheiros e vela pela disciplina geral:.
> Segundo Vigilante, que tem por funçao a instruçao dos aprendizes:.
> Orador, encarregado de fazer a síntese dos trabalhos e deles extrair as conclusoes; é ainda o representante da Lei maçónica:.
> Secretário, que redige as actas das sessoes e se ocupa das relaçoes administrativas entre a loja e a Obediencia:.
> Mestre de Cerimónias, que introduz na loja e conduz aos seus lugares os visitantes, e ajuda o Experto nas cerimónias de iniciaçao:.
> Tesoureiro, que recebe as quotizaçoes e outros fundos da loja e vela pela sua organizaçao financeira:.Os cargos, do Venerável ao Secretário, sao chamados as luzes da oficina:.

* Fonte: Grémio Fénix